A frase que definirá 2019 para os empreendimentos brasileiros é “consumo”. Sendo assim, boa quantidade das tendências de negócios que têm tudo para bombar em 2019 têm como objetivo melhorar serviços e produtos aos usuários finais. É o caso de startups de setores como serviços financeiros e mobilidade urbana. Outra meta é proteger na captação dos melhores compradores, como empreendimentos que atuem com marketing digital.
Em 2019, especialistas apostam que o blockchain, uma tecnologia de registro que usa a descentralização como quantidade de segurança, finalmente será usado como um diferencial. “Há corporações que dizem fazer uso da tecnologia, porém seus freguêses não veem a diferença. Agora, veremos corporações possíveis somente por meio do blockchain”, admite Alan Leite, CEO da aceleradora Startup Farm. A maioria associa o blockchain apenas às criptomoedas – porém a tecnologia podes ser empregada em vários setores.
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“O potencial é revolucionário e vai impactar radicalmente o setor bancário e de saúde, por exemplo”, diz Luís Gustavo Lima, sócio da aceleradora ACE. Um levantamento feito à pedido da Folha de São Paulo apontou que, das 4.200 organizações que realizam parte da Associação Brasileira de Startups (ABStartups), apenas nove aderiram e aplicaram a tecnologia blockchain em seus negócios. Já há várias iniciativas internacionais, como o Hyperledger, projeto de código aberto da The Linux Foundation que reúne nomes como Accenture, Allianz, IBM, Intel, JP Morgan e Deutsche Börse, entre algumas empresas que têm aderido à iniciativa.
“, anuncia Pedro Ramos, conselheiro da Associação Brasileira de Startups (ABStartups). Já Leite, da Startup Farm, aposta também nas insurtechs e nas fintechs que trabalhem com a digitalização do dinheiro, seja nos bancos digitais ou nos pagamentos. A inteligência artificial, que faz algoritmos identificarem tendências de maneira ainda mais similar ao cérebro humano, é a aposta de gigantes como Baidu e Google há anos.
“Não é exagero expor que quase tudo relacionado com nossa vida cotidiana e nas empresas terá participação direta desse tipo de tecnologia”, declara Lima, da ACE. Algumas aplicações específicas que são capazes de bombar em 2019 são interfaces conversacionais, de forma especial para dispositivos mobile e pra materiais em casa, o que nos leva à próxima tendência. A web das coisas é uma rede de instrumentos que, por meio de sensores e conexões com a rede, possibilita a coleta e transmissão de dados. Os smart devices, como são chamadas esses instrumentos inteligentes, neste momento estão presentes em prédios conectados de cidades como São Paulo, reitera Leite, da Startup Farm.
“A IoT, como é chamada, veio para ficar, pelo motivo de é um dos vetores do desenvolvimento da indústria 4.0”, adiciona Lima, da ACE. Com o avanço das compras pela internet, há quem sonhe que os dias das lojas físicas estão contados. Mas as pessoas não irão parar de comprar presencialmente. “Os pedidos online por serviços de entrega, entretanto, mudam bastante a conexão entre físico e digital. O consumidor quer ter seu produto a cada momento, desse jeito o online precisa ser conveniente.
Enquanto isto, a loja física vira um espaço de experiência”, diz Leite. Para Ramos, da ABStartups, o marketing oferece diferencial às corporações e por esse ano não será contrário. Com a retomada do consumo, será preciso investir pela área pra receber visibilidade. Empreendimentos que apostam na publicidade, sobretudo no econômico meio digital, vão bombar por este ano. Da mesma forma as fintechs, negócios de mobilidade urbana vêm surgindo e se popularizando nos últimos anos. O que começou com os serviços de motoristas, como noventa e nove e Uber, expandiu-se para startups de bicicletas, patinetes e até caminhões, reitera Ramos.